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Last update: 2013-06-18

Sebastião da Gama – “Madrigal”

2013-06-18 :: Luis Gaspar
Length: 43s

A minha história é simples. A tua, meu Amor, é bem mais simples ainda: “Era uma vez uma flor. Nasceu à beira de um Poeta…” Vês como é simples e linda? (O resto conto depois; mas tão a sós, tão de manso que só escutemos os dois).…

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António Ramos Rosa – “Creio nas palavras”

2013-06-15 :: Luis Gaspar
Length: 46s

Creio nas palavras transparentes que pertencem ao vento ao sal à latitude pura Aqui no meu reduto entre ramos de ar entre a cintilante indolência da água creio no que nos une em ondas vagas apaixonadamente lentas Aqui eu pertenço ao centro da nudez como uma gota de água ao rés do solo na sua [...]…

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Poesia da Música – “Johann Stauss Jr.”

2012-08-19 :: Luis Gaspar
Length: 7s

Na década de 1840 vivia-se em Viena a febre da valsa e isto por culpa de um clã de músicos; a família Strauss. Pai e filho rivalizavam-se cada um com a sua orquestra. Parece consensual que a origem da valsa é alemã através da palavra waltzen equivalente ao latim volvere que sugere desde logo uma [...]…

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João Miguel Fernandes Jorge – “Como conversámos…”

2012-03-22 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Era o quarto de azulejo. 
 O cheiro do tabaco. 
 O cão 
os olhos para que visse o de fora. 
 Cego 
 conhecendo a terra sem se conhecer. 
 Em nós 
 fizémos sair a lua o sol. 
Em todos 
o visível o invisível. 

Éramos nós e estávamos no fim do mundo. 

Como [...]…

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Rui Diniz – “Ode aos declamadores”

2012-02-21 :: Luis Gaspar
Length: 2s

Não há poesia sem declamador. É o declamador que faz a poesia; é ele quem constrói o mito, é ele que lê o Ouro nas palavras que uns lêem vulgares, outros nem tanto, seja em voz alta para os outros ou para si em pensamento… sim, porque não se pode declamar no pensamento? Nada o [...]…

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Popol Vuh – “Mito da Criação (excerto)”

2012-02-14 :: Luis Gaspar
Length: 6s

No idioma quiché: Popol – reunião, comunidade, casa comum, junta a Vuh que significa livro. Popol Vuh é um dos poucos livros que restaram da civilização Maia. Trata-se de uma compilação de diversas lendas provenientes de grupos étnicos da atual Guatemala ao sul da península de Lucatã. Esta é a história do princípio, quando não [...]…

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David Mourão-Ferreira – “Que louro cabelo”

2012-02-14 :: Luis Gaspar
Length: 1s

IV Que louro o cabelo 
 Tão ouro por dentro Azuis olhos verdes de mar de arvoredo Ó branca e vermelha 
 desde os tornozelos 
 até às alturas dos ombros da nuca Nem saia nem manto 
 Só te quero nua Os teus e os meus dedos 
do mesmo tamanho 
 algemas trocando 
 [...]…

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David Mourão-Ferreira – “Nádegas”

2012-02-14 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Entre as duas nádegas 
o pávido sulco tem aroma de áfricas 
 e de uvas de outubro Dirias que fora 
um silvo de morte 
 a penetrar toda a nocturna flora até hoje intacta que ainda aí tinhas 
Respira Não fales 
Murmura Não grites Que travo de amoras 
Que túnel escuro Que paz no que [...]…

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David Mourão-Ferreira – “Pequenos poemas”

2012-02-14 :: Luis Gaspar
Length: 3s

Quem foi que à tua pele conferiu esse papel
 de mais que tua pele ser a pele da minha pele? Cintilação de luas 
assim que te desnudas
 às escuras Diante do teu ventre
 como não dizer “sempre”
 novamente. Ó lâmina e bainha
 de outra espada ainda
 Tua língua Ruge. Reprende. Arrasa 
Desde que sempre o [...]…

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David Mourão-Ferreira – “Sobre mim cavalgas…”

2012-02-14 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Sobre mim cavalgas 
cingindo-me os flancos 
 Colhes à passagem a luz do instante De dentes cerrados 
ondulas, avanças, 
 retesas os braços, 
comprimes as ancas. Depois para a frente 
 inclinas-te olhando o que entre dois ventres 
ocorre entretanto, e o próprio galope 
em que vais lançada 
Que lua te empolga 
Que sol te [...]…

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Bíblia – “Cântico dos Cânticos – 4º”

2012-02-13 :: Luis Gaspar
Length: 4s

O “Cântico dos Cânticos” é composto por sete cânticos e no 4º, depois de uma intervenção do coro, diz o esposo à esposa: “Oh, como és formosa, minha amada, 
 como és formosa! Os teus olhos são como pombas, 
por detrás do teu véu. Os teus cabelos são como um rebanho de cabras 
 descendo [...]…

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Abu Novas – “Deus sabe que ninguém tem…”

2012-02-13 :: Luis Gaspar
Length: 2s

Deus sabe que ninguém tem 
 instrumento igual ao meu: 
 venham medi-lo e hão-de ver 
 o tesouro que EI’ me deu. Tomai-o – isso! – na mão: 
 é meu timbre de valor. Quem o gosto lhe descobre 
 sucumbe de terno ardor. Tão alto como um pilar 
 (como um pilar não [...]…

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Encandescente – Uma Cantiga de Seguir: “Em redor da vulva”

2012-02-13 :: Luis Gaspar
Length: 8s

“Encandescente” é o pseudónimo de uma poeta de Setúbal cujo trabalho foi muito popular quando os blogues estavam no seu auge. Publicou três livros: Palavras Mutantes, Erotismo na Cidade e Encandescente. Subitamente, desapareceu, não voltando a publicar. Vamos ouvir um trabalho de Encandescente classificado como “Cantigas de Seguir”, uma variante das “Cantigas de Escárnio e [...]…

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Manuel Machado – “O Jardim Negro”

2012-02-12 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Manuel Machado, (1874-1947) poeta espanhol, de Sevilha. É noite. A imensa palavra é silêncio… Há no arvoredo um grave mistério… Dormem os rumores, a cor já morreu. A fonte está louca, mudo está o eco. Recordas-te?… Em vão quisémos sabê-lo… Que estranho! Que escuro! Crispa-me inda os nervos passando nesta hora somente a lembrança, como [...]…

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Maria Teresa Horta – “Modo de Amar”

2012-02-12 :: Luis Gaspar
Length: 12s

Maria Teresa Horta (Lisboa, 20 de Maio de 1937) é uma escritora e poetisa portuguesa. Oriunda, pelo lado materno, de uma família da alta aristocracia portuguesa, conta entre os seus antepassados a célebre poetisa Marquesa de Alorna Estudou na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Modo de amar – I Lambe-me os seios desmancha-me [...]…

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Luis Buñuel – “Bacanal”

2012-02-12 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Luis Buñuel Portolés; 22 de fevereiro de 1900 – 29 de julho de 1983) famoso cineasta espanhol – mais tarde um cidadão naturalizado do México – que trabalhou na Espanha, México , França e Estados Unidos. Carneiro de 125 pesetas, caracóis abundantes, manuais como o ventre da mulher de 150 pesetas; os pães que o [...]…

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Wislawa Szymborska – “Gato num apartamento vazio”

2012-02-11 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Wislawa Szymborska, Prémio Nobel de Literatura, faleceu no dia 1 de Fevereiro de 2012. Morrer não é coisa que se faça a um gato. Que há-de um gato fazer num apartamento vazio? Subir às paredes? Roçar-se nos móveis? Aparentemente não mudou nada e no entanto está tudo mudado. Continua tudo no seu lugar e no [...]…

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Lídia Jorge – “Para Sophia”

2012-02-09 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Lídia Jorge nasceu em Boliqueime, Algarve, em 1946. Licenciou-se em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa. Como professora passou alguns anos em Angola e Moçambique, durante a Guerra Colonial. Vários romances publicados Lua branca da madrugada pousaste teu cinto na terra e o mar te veio buscar. Já lá estavas, de lá enviaste as palavras [...]…

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José da Silva Garcez – “É nos teus lábios…”

2012-02-09 :: Luis Gaspar
Length: 34s

José Luis Cotrim da Silva Garcez nasceu em Dornes/Ferreira do Zezêre em 1954. Foi em Dornes, durante as férias, ainda criança pequena que começou a escrever os primeiros poemas. Perde-se na música, funde-se com a poesia e passeia-se pela fotografia É nos teus lábios que começa o verão! Esse sol abrasador que me queima o [...]…

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José da Silva Garcez – “Permaneço”

2012-02-09 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Permaneço! Entre o real e o imaginário há a distância que não esqueço! Medito! Não permaneço nem fujo na certeza porém que aqui não fico. Sonho! Entre o real e o imaginário há a distância que transponho. Permaneço. Medito. Sonho. Permaneço no sonho. Medito. Sonho. Existo! (capítulo “Palavras Tangentes” do livro “Palavras do Silêncio”)…

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José da Silva Garcez – “Não são estes braços…”

2012-02-09 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Não são estes braços que me agitam, nem estes espaços que me limitam. São de mar os meus braços que nas areias enleiam em ternos abraços os corpos das sereias. Os meus espaços São os do pensamento: são largos traços ao sabor do vento. No meu corpo navegam navios, sem forma nem rosto, em busca [...]…

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José Blanc de Portugal – “Dia de Todos-os-Santos.”

2012-02-08 :: Luis Gaspar
Length: 1s

José Bernardino Blanc de Portugal nasceu em Lisboa em 8 de Março de 1914 e faleceu em 2001. Licenciou-se em Ciências Geológicas pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa que lhe concedeu o título de Assistente-extraordinário. Supõe que morri (Aos mortos se escreve também algumas vezes). Não sou de cá. O que me dizem [...]…

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José Carlos Vasconcelos – “O poema canivete suíço.”

2012-02-08 :: Luis Gaspar
Length: 1s

José Carlos de Vasconcelos
 (Freamunde, Paços de Ferreira, 10 de Setembro de 1940) é um jornalista e advogado português. “O poema é antes de tudo um inutensílio” Manoel de Barros E no entanto, Manoel, eu uso-o de nuvem, faca, canário amarelo, escova de dentes, papel de embrulho, rio sem foz, búzio adejante, chave de fendas, [...]…

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Jorge Velhote – “Os gatos da minha mãe.”

2012-02-08 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Jorge Velhote nasceu no Porto em 1954. Tem colaboração dispersa, desde 1978, por vários jornais, revistas, álbuns e antologias. Os gatos da minha mãe caminham sobre as margens das coisas simples. Não vão à praia. Sinalizam a preguiça invadindo silenciosos o regaço das visitas. E escutam, privilegiados, obscuras conversas sobre desnecessidades ou invasivas devassas alheias. [...]…

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Jayme Kopke – “Historinha quase triste.”

2012-02-08 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Jayme Kopke – Brasileiro radicado em Portugal – Profissional de Marketing Subitamente, o coração ensanguentado tirei do bolso e pus nas mãos da moça. A moça ficou tão perplexa quis logo chamar a polícia mas quando viu pulsar em suas mãos meu pobre ensanguentado coração ficou com pena fez um afago nem se importou de [...]…

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Dinis H. G. Nunes – “SMS ao Chico Buarcos da Brasilândia”

2012-02-08 :: Luis Gaspar
Length: 1s

sei que já não estás em festa, pá e é uma pena, pá tanto mar, tanto mar e ficámos tão atados ao cais do sodré que caímos na real agarrados a um ramo seco na rua do alecrim diz-me chico, quem tem medo de navegar? quem meteu medo à gente? quem nos tirou a terra [...]…

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Jorge Luís Borges – “O Mar”

2012-02-05 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo (Buenos Aires, 24 de agosto de 1899 — Genebra, 14 de junho de 1986) foi um escritor, poeta, tradutor, crítico literário e ensaísta, argentino. Antes que o sonho (ou o terror) tecera mitologias e cosmogonias, antes que o tempo se cunhasse em dias, o mar, sempre o mar, já [...]…

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Else Lasker-Schüler – “Uma canção”

2012-02-05 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Por detrás dos meus olhos há águas Tenho de as chorar todas. Tenho sempre um desejo de me elevar voando, E de partir com as aves migratórias. Respirar cores com os ventos Nos grandes ares. Oh, como estou triste… O rosto da lua bem o sabe. Por isso, à minha volta há muita devoção aveludada [...]…

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Zila da Costa Mamede – “Banho (rural)”

2012-01-26 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Zila da Costa Mamede (1928-1985) foi uma importante poeta e bibliotecária brasileira. Nasceu em Nova Palmeira, Paraíba, e viveu grande parte de sua vida no Rio Grande do Norte, onde desenvolveu o seu trabalho. De cabaça na mão, céu nos cabelos à tarde era que a moça desertava dos arenzés de alcova. Caminhando um passo [...]…

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Eduarda Chiote – “Os passos da Poesia”

2012-01-20 :: Luis Gaspar
Length: 2s

Deslizas pela delicadeza com teus pés magoados. Por que caminhas agora sobre vidros, por que exiges de ti essa aguda cautela? Os céus teriam sido a morada, as areias finas do nosso desencontro? Soubera-o eu e ter-te-ia ajudado a não descalçar os sapatos. As meias também. Deixar-te ficar com elas, durante o amor, tem sido [...]…

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Afonso Duarte – “Campo”

2012-01-19 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Afonso Duarte (1884 — 1958) foi um poeta português. Afonso Duarte interessou-se por temas de etnografia e arte popular, reflectidos na sua obra poética. A Alberto Martins de Carvalho Este verde impossível de se ver, Que alegre o camponês cultiva o prazo, Não dá sequer para me aborrecer Na extensão sem fim do campo raso. [...]…

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Ana Hatherly – “Balada do país que dói”

2012-01-19 :: Luis Gaspar
Length: 1s

O barco vai o barco vem português vai português vem o corpo cai o corpo dói português vai português cai o barco vai o barco vem português vai português vem o país cai o país dói o tempo vai o tempo dói português cai português vai português sai português dói…

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Egito Gonçalves – “Muda-se o tema”

2012-01-18 :: Luis Gaspar
Length: 2s

Muda-se o tema, onde o mar começa. A aventura é o mar ou essa forma que se forma depois, que vai viver na memória dos dias? De uma ilha lembro onde o mar me levou e do conhecimento várias portas me abriu. O oceano começava antes, acabava depois, ali só prosseguia, embalando-me em noites de [...]…

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Sidónio Muralha – “Romance”

2012-01-17 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Depois daquela noite os teus seios incharam; as tuas ancas alargaram-se; e os teus parentes admiraram-se e falaram, falaram… Porque falaram duma coisa tão bela, tão simples, tão natural? Tu não parias uma estrela, nem uma noite de vendaval… Mas tudo terminou porque falaram. Tu fraquejaste e tudo terminou. - Os teus seios desincharam; só [...]…

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Sidónio Muralha – “Três poemas”

2012-01-17 :: Luis Gaspar
Length: 4s

Companheira dos homens I A poesia dos senhores que propagam o nevoeiro e confundem as gentes poesia tão pessoal como uma escova dos dentes, a poesia que eles queriam guardar nas suas casas numa gaiola, como um pássaro a quem mutilassem as asas, a poesia quebrou as algemas e saiu da prisão e arrastou-se nas [...]…

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Sidónio Muralha – “Amanhã”

2012-01-17 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Na hora que vem de longe, cresce e vem, cresce e vem, - os que tiverem frio hão-de lançar os meus versos ao lume, e a chama há-de subir… - os que tiverem fome hão-de lançar os meus versos à terra, como se fossem estrume, e a terra há-de florir… Os meus poemas de tragédia [...]…

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“Vinte Poemas de Amor” (1) de Pablo Neruda

2011-05-14
Length: 9m 34s

Primeira Parte desta obra de Pablo Neruda composta por cinco poemas: "Corpo de mulher...", "Na sua chama mortal...", "Ah, vastidão dos pinheiros...", "É a manhã cheia..." e "Para que tu me ouças...". Se quiser ler os poemas enquanto os ouve,…

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História 155 – “Lenda de Santarém”

2011-01-25
Length: 9m 7s

Vamos ouvir a lenda da fundação de Santarém, segundo o texto de Fernanda Frazão. Santarém, à qual já se chamou «Varanda do Ribatejo», é uma cidade de antiquíssimo povoamento. Crê-se que a sua fundação remonta a uns dez séculos antes da era cristã.…

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Décima sexta HORA

2011-01-24
Length: 58m 2s

Em cerca de uma hora, exatamente 58 minutos, poderá ouvir poesia dos seguintes autores: Adolfo Casais Monteiro (cinco poemas), Al Berto (cinco poemas), Alfredo guisado (cinco poemas), Antero de Quental (cinco poemas), Natércia Freire (seis poemas),…

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História 154 – Estremoz

2011-01-04
Length: 3m 26s

Vamos ouvir como nasceu Estremoz, no texto de Fernando Frazão. Estremoz, «vila notável e nobre, sempre leal», título que lhe foi concedido por D. Manuel I, é uma antiga povoação alentejana, por onde passaram todos os conquistadores da península,…

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Palavras 158 – Adolfo Casais Monteiro

2011-01-04
Length: 17m 30s

Ouviremos Palavras de Ouro neste programa com a poesia de Adolfo Casais Monteiro. Adolfo Victor Casais Monteiro nasceu no Porto em 1908 e morreu em São Paulo em 1972. A sua juventude foi típica de um filho da burguesia portuense ilustrada e liberal,…

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História 153 – “A Lenda dos Távoras”

2010-12-15
Length: 4m 32s

Vamos ouvir outra lenda escrita por Fernanda Frazão: “A Lenda dos Távoras” Os dois irmãos D. Tedo e D. Rausendo, que segundo a tradição eram descendentes de Ramiro II de Leão, são protagonistas de um ciclo lendário que busca as suas bases na reconquist...…

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Palavras 157 – Natércia Freire

2010-12-15
Length: 16m 5s

Hoje, o brilho da poesia de Natércia Freire. Foi poeta, contista, jornalista e mulher solitária. Escritora durante os anos em que o Estado Novo queria a mulher em casa. Ostracizada pela Revolução de Abril, Natércia Freire acabou por cair num silêncio i...…

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História 152 – “O Penedo do Sino”

2010-12-07
Length: 7m 36s

Vamos ouvir mais uma lenda escrita por Fernanda Frazão que fui buscar ao seu trabalho “Lendas Portuguesas” A pequena aldeia de Bustelo, que, como se sabe, fica no alto do monte a dois passos da Citânia, viveu em tempos idos um cabaneiro que possuía um ...…

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Palavras 156- Alfredo Guisado

2010-12-03
Length: 11m 10s

Neste programa, a poesia de Alfredo Guisado, um autor um pouco esquecido. - Alfredo Guisado, poeta português de ascendência galega, nasceu em Lisboa a 30 de Outubro de 1891. Formou-se em 1921 na Faculdade de Direito de Lisboa e em 1922 entrou para a As...…

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História 151 – “A bicha de sete cabeças”

2010-11-29
Length: 10m 0s

Vamos ouvir uma história recolhida por Ataíde de Oliveira e intitulada “A bicha de sete cabeças”. Uma história com muitas lutas e mortes. Havia um pescador muito pobre que todos os dias ia ao mar e somente pescava alguma sardinha e chicharro.…

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Palavras 155 – Teófilo Braga

2010-11-25
Length: 19m 26s

Ouviremos, neste programa, as palavras de ouro de Teófilo Braga, autor que nos deixou uma obra monumental nos domínios da poesia, história e crítica literárias, historiografia, etnografia, filosofia e sociologia, política, ficção e tradução.…

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História 150 – “A lenda do Galo de Barcelos”

2010-11-23
Length: 6m 51s

Vamos ouvir mais uma lenda escrita por Fernanda Frazão: “O senhor do galo de Barcelos e o milagre do enforcado” Esta lenda, que corre em Barcelos, está ligada a um antigo padrão de pedra cuja origem se desconhece e que tem de um lado baixos-relevos com...…

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Palavras 154 – Al Berto

2010-11-17
Length: 13m 34s

Neste programa vamos ouvir poesia de Al Berto Al Berto, de seu nome completo Alberto Raposa Pidwell Tavares nasceu em Coimbra a 11 de Janeiro de 1948 e morreu em Lisboa, com 49 anos. Se quiser ler os texto do programa enquanto o ouve ou copiar alguns d...…

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“Vinte Poemas de Amor” (4) de Pablo Neruda

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 12s

Quarta e última parte da obra de Pablo Neruda “Vinte Poemas de Amor” com os seguintes poemas: “No meu céu ao crepúsculo…”, “Pensando, enredando sombras…”, “Aqui te amo…”, “Moça mo…

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“Vinte Poemas de Amor” (3) de Pablo Neruda

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 12s

Terceira parte (cinco poemas) de “Vinte Poemas de Amor” de Pablo Neruda: “Quase fora do céu…”,”Para o meu coração…”,”Eu fui marcando…”, “Brincas todos os dias…” e ̶…

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“Vinte Poemas de Amor” (2) de Pablo Neruda.

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 9s

Segunda Parte de “Vinte Poemas de Amor” de Pablo Neruda constituída por cinco poemas: “Recordo-te como eras…”, “Inclinado nas tardes…”, “Abelha branca zumbes…”, “Ébrio de Terebintin…

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História 156 – “O Rei vai nu”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 15s

Depois de muitas semanas sem novidades, vou retomar a leitura das histórias e lendas. Porém, regresso com uma história que não é portuguesa, coisa rara por aqui, mas de autoria de um escritor dinamarquês, muito conhecido: Hans Christian Andersen. El…

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História 157 – “A rainha orgulhosa”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 7s

Vamos ouvir uma história tradicional. Recolheu-a Consiglieri Pedroso e foi publicada na sua obra “Contos populares portugueses” Se queres ler a história enquanto a ouves, clica AQUI.…

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História 158 – “Maria Mantela”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 4s

Hoje, vamos ouvir uma lenda intitulada “Maria Mantela” que fui buscar à obra de Fernanda Frazão, “Lendas Portuguesas”. Se queres ler a história ao mesmo tempo que a ouves, clica AQUI…

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DÉCIMA SÉTIMA Hora de Poesia

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Durante um pouco mais de uma hora, poderá ouvir poesia de Adélia Prado, Almada Negreiros, António Gedeão, Lobo Antunes (2 poemas), Eugénio de Andrade, Fernando Pessoa (8 poemas), Álvaro de Campos, Ferreira Gullar, George Brasens, Herberto Helder, Jo…

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Poesia 51 – Casimiro de Brito (3)

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 14s

Mais um programa de poesia erótica, o terceiro, com poesia de Casimiro de Brito. Há quem diga, e quem sou eu para duvidar, que Casimiro de Brito e David Mourão-Ferreira são os dois grandes poetas do erotismo, na poesia portuguesa. Até pode ser verdad…

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História 159 – “O degredado”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 3s

Vamos ouvir uma lenda recolhida por Fernanda Frazão, intitulada “O degredado de Ledão” Nas faldas de Mantel há um lugarejo chamado Ledão. Há muito tempo atrás, havia aí uma certa pedra jeitosa que os lavradores costumavam pôr nas grades, quand…

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História 160 – “Lenda da Nazaré”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 7s

Quase todos conhecemos a lenda do Sítio da Nazaré, onde D. Fuas Roupinho foi salvo, no último minuto, de cair no precipício quando perseguia um veado. Valeu-lhe então a invocação que fez à Senhora da Nazaré. Essa, porém, é outra história que j…

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Fernando Esteves Pinto – “A ausência…”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Nasceu em Cascais em 1961. Colaborou no DN Jovem e no Jornal de Letras. Em 1990 recebeu o Prêmio Inasset Revelação de Poesia do Centro Nacional de Cultura. É publicado em Espanha por revistas literárias e editores independentes. A ausência é um des…

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Fernando Esteves Pinto – “Começamos…”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Começamos por abandonar as palavras, mas nunca aquilo que pensamos. O pensamento incendeia-se no silêncio, faz o seu trabalho. Aceitamos e rejeitamos e é isso que constrói o pensamento. É neste equilíbrio que permanecemos. Estar imóvel é ir além …

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Fernando Esteves Pinto – “Ele abre um livro”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 50s

Ele abre um livro e com um sopro trémulo transforma as palavras em lugares luminosos. Ele faz caminhar o fértil desejo por uma rua da sua cidade. Ou fecha-se em casa como um bicho de contas redondo e imóvel, desafiando lentamente os tempos luxuriantes,…

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Judith Teixeira – “Outonais”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 1s

No meu peito alvo, de neve,
 as claras pétalas dos teus dedos,
 finas e alongadas,
 tombaram como rosas desfolhadas
 à luz espásmica e fria
 deste entardecer…
 E o meu corpo sofre,
 ébrio de luxúria, um mórbido prazer!
 A cor viva …

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Victor Hugo – “O homem pensa…”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 3s

Victor-Marie Hugo (1802 — 1885) foi um novelista, poeta, dramaturgo,ensaísta, artista, estadista e activista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. É autor de “Les Misérables” e de “Notre-Dame de…

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Eduarda Chiote – “Cantiga de Amor”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 2s

Ó rosa dos sete ventos, por sete ventos rodada, defende-me dos ladrões, dos espantos doidos, dos ventos, e de mim. De mim também e dos meus ventos chorados. Ó rosa dos sete espinhos e no rochedo cravados, limpa o mar de todo o sangue, limpa a praia ma…

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António Manuel Couto Viana – “Confissão Pública”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 54s

António Manuel Couto Viana (Viana do Castelo, 24 de Janeiro de 1923 – Lisboa, 8 de Junho de 2010) foi um encenador, tradutor, poeta, dramaturgo e ensaísta português. Tem mais de uma centena de livros publicados e a sua poesia está traduzida em f…

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Rogério Martins Simões – “Em Sonho me Dependurei no Luar”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Em sonho me dependurei no luar. O luar quis acordar os nossos cios. Ali estavas, desnudada no meu olhar, Encandeando meus olhos luzidios. Os sonhos soçobram ao acordar… O luar distende o sonho em atavios. Ai!, sereia espraiada no meu mar, Esperando as …

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Rogério Martins Simões – “Eternidade”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Quando tu e eu saltávamos em andamento, Numa corrida estreita, para a existência, Havia um brilho, intenso, que cegava a escuridão externa.   Falávamos em língua redonda, Imperceptível, Que nos deixava latejar à distância do universo das palavras…

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Rogério Martins Simões – “Voltei”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Venho dos limites do tempo De uma galáxia qualquer Já fui mar, já fui vento Agora sou pensamento Aparado em dado momento No ventre de uma mulher! Meu corpo é magistral! Brutal! Perfeito! Soberbo! De inicio não era verbo Agora sou o verbo ser Tenho co…

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Rogério Martins Simões – “Quisera andar de Carrossel”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Quisera andar de carrossel Com um sorriso de criança que ri Rosto rebuçado, melaços de mel Laivos da festa que resta em ti… Num dedo prendo o balão, Com outro seguro o corcel Soco a bola com a mão As mãos, o rosto e a testa Besunto-me todo com mel…

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Fernando Namora – “Veio o estio, Cacilda”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 57s

Fernando Namora (Condeixa-a-Nova, 15 de Abril de 1919 – Lisboa, 31 de Janeiro de 1989) de nome completo Fernando Gonçalves Namora, médico e escritor português, autor de uma extensa obra que, durante os anos 70 e 80, foi das mais divulgadas e trad…

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Cláudio Neves – “O cão”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 1s

(Rio de Janeiro, 1968) Poeta, ficcionista, ensaísta, crítico literário e professor, é bacharel em Comunicação Social e licenciado em Língua Portuguesa. O cão que juntos vimos numa esquina. O peixe que agonizava à nossa frente. A onda na direção…

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Fang Tcheng Ta – “O Deus do Lar”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Poeta chinês (1128 – 1191) No último dia da duodécima lua o deus do Lar volta para o Céu para contar o que viu cá na Terra. Antes de o queimarem e em fumo o tornarem toda a família lhe dá de comer para que fique com o ventre farto. Leitão be…

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Cristina Campo – “Teu nome…”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 2s

Cristina Campo é o pseudônimo de Vittoria Guerrini (Bolonha, 29 de Abril de 1923 – Roma, 11 de Janeiro de 1977). Foi uma escritora, poetisa e tradutora italiana. Amor, hoje teu nome a meus lábios escapou como ao pé o último degrau… Espalhou-s…

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Fernando Pessoa – “Acordo de noite subitamente”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Acordo de noite subitamente.
 E o meu relógio ocupa a noite toda. 
Não sinto a Natureza lá fora, 
O meu quarto é uma coisa escura com paredes vagamente brancas.
 Lá fora há um sossego como se nada existisse.
 Só o relógio prossegue o seu…

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Wislawa Szymborska – Alguns Gostam de Poesia”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Wislawa Szymborska (1923-2012) poetisa, crítica literária e tradutora polaca, Prémio Nobel da Literatura em 1996. Alguns gostam de poesia. Alguns – quer dizer nem todos. Nem a maioria de todos, mas a minoria. Excluindo escolas, onde se deve e os pró…

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Hélder Macedo – “Os laços…”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Hélder Malta Macedo (Krugersdorp, África do Sul, 30 de Novembro de 1935) é um poeta, romancista, ensaísta, crítico e investigador literário, português. A sua obra ficcional, destaca-se o romance Partes de África (1991). Os laços lentamente deslaÅ

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Francisco Quevedo – “Retirado na paz…”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Francisco Gómez de Quevedo y Santibáñez Villegas (Madrid, 14 de setembro de 1580 — Villanueva de los Infantes, 8 de Setembro de 1645) foi um escritor do Século de Ouro Espanhol. Escrito em torre de Juan Abad Retirado na paz destes desertos, com bem …

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Dinis H. G. Nunes – “Poeta-militante da palavra dada”

0000-00-00 :: Luis Gaspar
Length: 1s

Dinis H. G. Nunes nasceu em 21 de Maio de 1961, no Algarve. Fez o 2º ano de Direito (curso que abandonou) e licenciou-se, mais tarde, em Ciência Política.
Editou 2 livros de poesia: «Pai sem Natal» e «AvRYl», ambos em 2010, pela Editora 4Águas (…

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Estúdio Raposa

Aqui, neste espaço, arrancam-se as palavras do papel e dizem-se, soprando-lhes vida, fazendo-as flutuar em sonoras centelhas de luz. Recitar realiza, quebrando o silêncio, aquilo que o silêncio pretende e não consegue.

Estúdio Raposa


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